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sábado, 17 de novembro de 2012

Como Proteger Seus GIBIs

Um vídeo com dicas de como cuidar de seus gibis,
sem ter trabalho!
Sem gastar dinheiro!!!
E sem frescura!!!!!!!!!!!!!!!!!


É só você fazer o contrário do que ele recomenda... 

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Feira de Zines

Pessoal, aproveitem a dica de nosso amigo Cassio Macedo Lopes de Aquino


"Prezado fanzineiro


É com muita alegria que o contato para uma informação de seu interesse. Dias 11 e 12 de dezembro de 2010 a partir das 15:00h. ocorrerá a FEIRA DE FANZINES DO AY CARMELA!


Será um evento voltado exclusivamente ao cenário dos fanzines e publicações alternativas em geral.


O evento contará com bancas para exposição de fanzines que poderão ser vendidos no local (se você tiver uma banca, traga a sua!). É importante salientar que cada fanzineiro inscrito na FEIRA DE FANZINES DO AY CARMELA! deverá OBRIGATORIAMENTE ter um fanzine/zine a ser distribuído GRATUITAMENTE para seus leitores (mínimo de 30 cópias).


O evento também promoverá: debates sobre o assunto; palestras de fanzineiros e profissionais especializados; exposição de vídeos; espaço aberto para divulgação e promoção do seu fanzine; discursos; presença de editoras independentes; oficinas para criação de mídia alternativa; e toda forma de manifestação possível para proporcionar o intercâmbio cultural de fanzines e seus editores.


O espaço AY CARMELA! se localiza na Rua dos Carmelitas, 140 - Sé São Paulo / SP (Travessa da Rua Tabatinguera / Saída Poupatempo do Metro Sé)


Faço meu convite pessoal como um dos organizadores do evento para você ter essa enorme oportunidade de distribuir seu material e promove-lo, uma vez que o espaço possui ótima localização e fácil acesso, e assim seus custos para divulgar seu fanzine serão menores com a efetivação de sua inscrição neste evento.


As vagas são limitadas e gratuitas, o que sugere sua confirmação imediata ao receber este comunicado.


Caso não queira fazer sua inscrição, mas enviar seus fanzines para serem distribuídos na feira, você poderá fazer isso enviando correspondência para o meu endereço:-


Cássio Aquino Caixa Postal 250 São Paulo SP 01031-970 Brasil


Estou divulgando o evento para o maior número possível de fanzineiros de todo o Brasil para que possam ter seus fanzines distribuídos na feira. O prazo para recebimento de correspondências é até o dia 05 de dezembro de 2010 e as inscrições deverão ser confirmadas até dia 01 de dezembro de 2010, valendo a data de postagem. Não fique fora dessa chance de colocar seu fanzine para circular a custos reduzidos dos que nos são impostos, prezado fanzineiro! Confirme sua participação comigo no endereço citado acima."


É isso aí zineiros, os espaços estão começando a surgir. Aproveitem para divulgar a sua arte e o seu talento!



terça-feira, 2 de novembro de 2010

Prêmio Abril de Personagens PRORROGADO



O prazo de inscrição para participar do Prêmio Abril de Personagens


foi PRORROGADO ATÉ 19 DE DEZEMBRO


Para fazer já a sua inscrição, clique aqui.


Não dá para perder essa oportunidade!



terça-feira, 28 de setembro de 2010

Prêmio Abril de Personagens



Essa é uma dica para os designers e desenhistas fãs de quadrinhos! A Editora Abril criou uma iniciativa para fomentar a criação de conteúdo infantil de qualidade, o Prêmio Abril de Personagens.


Os participantes terão de criar narrativas infanto-juvenis, em forma de histórias em quadrinhos, para meninos e meninas que se enquadram na faixa etária de 7 a 12 anos.


Os trabalhos serão selecionados por membros da Editora Abril, por representantes da Associação Brasileira de Produtores Independentes de Televisão ( ABPI-TV ) e por votação do público.


O vencedor terá sua obra publicada e assinará um contrato com a Editora Abril.


O prazo de inscrição para participar do Prêmio Abril de Personagens é de 27 de setembro a 24 de outubro de 2010.


Para fazer já a sua inscrição, clique aqui.





E aí Panini, porque não fazer algo parecido? Fica a dica pra vocês também!

domingo, 29 de novembro de 2009

Os 10 GIBIs Mais Caros do Mundo

Encontrar uma cópia desses GIBIs em boa condição é quase impossível, mas os que conseguiram e não são colecionadores ( como o Mercenário e seus aceclas ) fizeram mini-fortunas apenas vendendo essas preciosidades. Dê uma olhada na nossa galeria dos dez quadrinhos mais valiosas do mundo até o início deste ano:
10 - Amazing Fantasy nº15
( $ 65.000 )
A primeira aparição do Homem-Aranha, em 1962.
9-Whiz Comics nº2
( $ 95.000 )
Capitão Marvel faz sua estréia na primeira edição do Whiz Comics, que foi chamada # 2 ( mas o que aconteceu com a nº1 ? ).
8-More Fun Comics nº52
( $ 125.000 )
Não poderia se mais irônico que a primeira aparição do Espectro, seja em um GIBI chamado "More Fun Comics", não é?
7-Captain America nº1
( $ 190.000 )
Heroi que é heroi de verdade estreia em revista própria. E o mais importante dos super herois da Marvel faz sua estreia contra Hitler em plena 2ª Guerra Mundial em 1941 .
6-Batman nº1
( $ 215.000 )
Mesmo não sendo a primeira aparição do Cruzado Embussado, é o primeiro GIBI que leva seu nome.
5-All-American Comics nº16
( $ 280.000 )
A primeira aparição de Alan Scott, o Lanterna Verde da Era de Ouro, em 1940.
4-Superman nº1
( $ 440.000 )
O primeiro GIBI próprio do Superman, publicado em 1939, apenas 1 ano depois de sua estreia.
3-Marvel Comicsnº1
( $ 460.000 )
Onde tudo começou para o Universo Marvel. Nem precisa dizer mais nada.
2-Detective Comics nº27
( $ 575.000 )
A primeira aparição de Batman, em 1939. Esse GIBI mostra um Batman BEM diferente do que nós estamos acostumados a ver.
1-Action Comics nº1
( $ 750.000 )
A primeira aparição de Superman, e o primeiro GIBI de super herois feito em 1938 ( será mesmo?? ) - e o Santo Graal de muitos colecionadores.
Essas 10 revistas juntas somam a bagatela de $ 3.195.000, muito mais do que os $1,02 que é a soma dos preços de capa. Com $ 3.195.000 dá pra comprar mais de 710.000 GIBIs novos aqui no Brasil.
E por falar nisso quais seriam os 10 GIBIs mais caros do Brasil???

terça-feira, 10 de novembro de 2009

As Coleções e seus Colecionadores

Há algum tempo atraz, antes de começar o Blog TOP GIBI perambulando na NET achamos esse texto e guardamos para quando fizessimos um zine ou coisa parecida. Ele é muito interessante e é impossível que um colecionador de verdade ( não o Mercenário e seua aceclas ) não se identifique com alguma parte dele. Leiam e comprovem:



POR QUÊ AS PESSOAS ADORAM COLECIONAR?
( E AMAM AS SUAS COLEÇÕES? )
José Pinto de Queiroz Filho



PAIXÕES
Pergunte a cem pessoas porquê elas colecionam revistas de GIBIs antigos, e provavelmente receberá cem respostas diferentes. Talvez, essa mania apaixonada de colecionar, vai se ver, não passa de mero desejo infantil de eternizar as vivências obtidas com a leitura de GIBIs, na tentativa de recriar um universo pessoal, seguro, prazeroso. O certo é que sempre encontramos, no âmago, paixões primárias – pelo resgate do passado, pela saudade de si mesmo, pela preocupação em informar a nova geração e, finalmente, pelo amor aos GIBIs nostálgicas. Há, ainda, outra, secundária para o colecionador inveterado: a paixão pelo lucro. Quaisquer que sejam, tais paixões tornam as pessoas mais felizes, e lhes proporcionam um passatempo ou meio de vida que podem ser divertidos e, até, terapêuticos. Neste artigo, tentaremos explicar porque tantos colecionadores cultivam a arte de colecionar, preservar e restaurar, e como ela diverte, gratifica e enriquece a todos que o fazem.

MEMÓRIAS
Recordações felizes ativam reações positivas. Por isso, as pessoas adoram colecionar reminiscências dos ( bons ) tempos dourados, tais como: férias, romances, amizades, eventos esportivos, filmes, espetáculos de televisão, revistas de quadrinhos, e assim por diante. O colecionador dedica-se a adquirir, preservar, consumir e estudar - para inteirar-se acerca das coisas relativas aos eventos passados, particularmente os de sua infância.
Observe um colecionador, em estado de graça, contemplando um GIBI antigo. Irrompe irresistível impulso para aproximar-se, tê-lo mais perto de si. O objetivo, enfim, é de possuir, assenhorar-se, de alguma forma, desse objeto usufruído na infância. Neste momento surgem exclamações dos tipos: "Tive um destes quando era criança!", "Estou fascinado!", "É uma sensação encantadora!", "UAU!, pagarei qualquer preço por ele!", Como teria sido bom, se tivesse conservado a minha coleção!".
Entretanto, se todos que possuíram GIBIs os tivessem guardado, provavelmente não haveria colecionadores e esse artigo não precisaria ter sido escrito.


Na verdade, o ponto central que nos interessa, é o de como um objeto do passado sensibiliza o colecionador do presente. Quando alguém se confronta com algo que toca a sua memória, a provável reação é enlevar-se, envolver-se emocionalmente, experimentando vivências que emergem dos confins de sua memória. Então, pára, encantado, examina o objeto, toca-o -, se lhe for permitido -, suspira, recoloca-o no lugar, olha para todos os lados, e provavelmente o apanha outra vez.
Necessita, ardentemente, tê-lo o mais próximo possível de si. Mais alguns suspiros, outra dose de recordação, e se o preço for razoável ( e os sentimentos bastante intensos ), o compra, sem mais delongas. Se você conhece algum colecionador, deve ter testemunhado as paixões que os objetos do desejo produzem nele. Por exemplo, o depoimento abaixo, obtido da vida real, emblematiza o encontro de um colecionador com o seu objeto de desejo. Atente, particularmente, para as emoções expressas nas linhas e nas entrelinhas:
"Amigo QueirozEu não tenho o GURI, no. 135. Mas lá por 1985, mais ou menos, encontrei numa casa de XEROX, um camarada com essa revista. É claro que fiquei LOUCO! Consegui dele permissão para XEROCAR ali, na hora, sob o olhar dele. Fiz em redução de 19%, de duas em duas páginas. Ele não permitiu tirar os grampos da sua revista, e disse que estava com pressa... FOI ASSIM QUE TIREI A CÓPIA DO GURI 135, em 30 cópias. UFA! Foi uma situação de nervosismo... Agora estou 'calmamente' lhe remetendo essa preciosidade. Sei que também você vai ficar 'louco' ao começar a folhear o ano de 1946, representado nestas cópias de XEROX...Jotabar "

Mas, porquê tudo isso? Provavelmente porque através da posse do objeto de desejo, o colecionador redescobre a juventude de outrora. Tais sentimentos produzem o milagre de fazer uma pessoa, de qualquer idade, voltar à infância, – tornando-o capaz de saborear o passado através de objetos sobreviventes -, tão mais preciosos quanto mais antigos e difíceis de serem achados.
SANTO GRAAL
Ás vezes, completar uma coleção converte-se num problema de difícil solução, principalmente quando não se consegue encontrar aquele objeto raro – verdadeiro Santo Graal - necessário para completá-la. Pode ser qualquer coisa: uma revista, um fragmento, uma página, uma história ou uma capa ( lembrem a busca pela capa de O Lobinho, no. 62, publicada no GJ, questão levantada por Dâmaso, solucionada por Federighi, romanceada e publicada por Barwinkel e ilustrada por Losso ).
Uma vez encontrado, o resultado produz inexcedível sensação de triunfo no colecionador, pelo menos até a o aparecimento de outro objeto raro, difícil de ser encontrado. Adquirir, manter, preservar uma coleção faz bem à mente, ao espírito e ao corpo do colecionador. Acontece, porque as pessoas vêem as coleções como sendo extensões de si mesmas. Na medida em que cresce a coleção, cresce também a satisfação e a auto-estima do colecionador. Toda adição lhe traz felicidade por causas estéticas e pelo enriquecimento em conhecimentos, ou ambos. Como tal, cada objeto torna-se um meio para dar plenitude à alma do colecionador.


O amor por si mesmo, transforma o colecionador em arauto da própria busca: procura, pesquisa, indagação, deixa-o sempre ocupado, raramente enfadado. Quando não está cuidando de suas coleções, busca e consulta artigos ou comunica-se com outros colecionadores afins. Para a maioria, a investigação nunca se termina; para muitos, não existem limites de tamanho pois a sua busca nunca terá fim... até que ele – o colecionador - se finde.
São os chamados megas colecionadores - que adquirem acumulam tantas unidades quantas podem encontrar. Tamanha é a quantidade de suas aquisições, que exigem o acréscimo de uma nova casa - o colecionador baiano Aimar Aguiar, por exemplo, tem três casas, mantidas para guardar a sua coleção de GIBIs. Outros fazem doações, contribuindo para a abertura de museus ( foi o caso do falecido fanzineiro, Ionaldo Cavalcante ).

Muitos adquirem conhecimentos profundos sobre o tema, vão escrever livros, teses, ou se tornam negociantes de gibis; existem os que se transformam em experts em quadrinhos ( Álvaro Moya e Waldomiro Vergueiro são professores universitários, especialistas em GIBIs ); alguns publicam fanzines, e outros limitam-se a continuar colecionando - em Salvador, Carlos Calmon é um dos maiores colecionadores de GIBIs, do Brasil. Os caminhos são variados, mas todos compartilham de um tipo especial de alegria esfuziante, que jamais sentiriam se não fossem os GIBIs.

PAIXÃO PELA HISTÓRIA
Muitos colecionam com o objetivo de pesquisar os GIBIs, buscando dados que não somente os deixem informados, mas, também, fiquem preservados para o usufruto das próximas gerações. Vestem a camisa de especialistas, investigando profundamente, e compartilhando seus achados. ( Adolfo, Dâmaso, Magnago e Barwinkel, dentre outros, são exemplos elogiáveis de tal prática ). Esforçam-se para conferir autenticidade aos registros, compartilhando com os demais interessados todas as informações, da forma mais ampla possível.

Orgulham-se do trabalho de preservação de suas coleções, pensando em repassar, para a posteridade, o conhecimento entesourado, acreditando que permanecerá ( e crescerá ) mesmo depois de sua morte. ( Repito o recente exemplo de doação de revistas, feita por Ionaldo Cavalcante ).

DESEJOS MÚLTIPLOS

Para o colecionador de GIBIs, seus objetos de desejo são os mais diversos. Alguns externam desejos inusitados de colecionar álbuns de figurinhas, "cards", filmes e seriados antigos, óculos bicolores utilizados para visualizar GIBIs em 3D, etc. Mais a maioria se dedica, habitualmente, aos GIBIs de heróis e super-heróis -, os chamados "personagens do bem". Claro, existem colecionadores que adoram bandidos, as megas-estrelas do mundo dos criminosos, isto é, "os odiados vilões amados", no dizer de Modesto, admirador confesso do folclórico Dr. Sivana. Justifica-se, considerando que todos temos um lado sombrio.

E os vilões de nossa preferência refletem esse lado politicamente incorreto que nos dá um estranho e confortável sentimento de cumplicidade e conforto. Ou talvez, ocorra o oposto: matamos nossos demônios e enfrentamos nossos medos, quando colecionamos e acolhemos com compreensão e simpatia, os agentes do mal. É por isso que existem, e ninguém pode negar, vilões, monstros, demônios que fascinam – Lex Luthor, Coringa, Duas-Caras, Dr. Destino, Frankenstein, Drácula, Espectro Verde ( o inimigo do Príncipe James - o Mr. Justice da década de 40, de Blair e Cooper ), etc. De qualquer modo, a preferência por heróis ou vilões, é um processo sempre permeado pelo amor.


LUCRO

O lucro inspira muitos a comprar e vender, mas para colecionadores legítimos, o valor monetário de um artigo é secundário, quando comparado com os valores sentimental e histórico. Aliás, os que visam unicamente o lucro não são, habitualmente, bem vistos pelos colecionadores apaixonados.Na verdade, o valor primeiro de uma coleção, o afetivo, é dado pelo dono e por seus pares. Se você ama os seus GIBIs, esse amor embute neles o valor essencial de sua posse.

Muitas coleções podem, eventualmente, ficar mais valiosas, mas o melhor conselho, dado por peritos, para qualquer colecionador, é de que sempre deve comprar guiado pela emoção, orientado pela paixão, pelo carinho, pela satisfação que o objeto de desejo lhe proporciona, buscando, concomitantemente, a melhor condição possível. Desta forma, nada pode dar errado e a sua coleção terá sempre um valor nostálgico inestimável.


Esse texto é muito bacana e mostra muito bem como somos todos nós amantes dos GIBIs 

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